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Hiperglicemia e Diabetes: entenda o que é, como ocorre e como evitar

27/04/2016

Seguindo nossa série de matérias sobre os 10 principais fatores de risco à saúde dos brasileiros, vamos falar do terceiro lugar neste ranking nada agradável: a glicose alta no sangue ou Hiperglicemia.
 

 


Sabemos que para o corpo funcionar normalmente, o corpo precisa de glicose. Ela é absorvida pelo organismo através da nossa alimentação diária, quando ingerimos carboidratos diversos contidos em alimentos como frutas, leite, batata, pão e arroz. O corpo quebra esses carboidratos para transformar em glicose e então transporta ela para as células através da corrente sanguínea. Neste momento entra em cena a INSULINA. Esse hormônio é produzido pelo pâncreas e tem o papel de justamente auxiliar o corpo a realizar a absorção da glicose.

A hiperglicemia ocorre quando o corpo não absorve, ou absorve em pouca quantidade a glicose, aumentando os níveis no sangue. Aliás, os níveis normais de glicose devem estar entre 70 a 100mg por 100ml de sangue.

Bom, o problema ocorre quando nosso corpo não produz ou produz pouca insulina. É aí que ocorre o problema de absorção da glicose no sangue, que todo mundo conhece: a diabetes.


Diabetes tipo 1:

Se trata de uma doença autoimune, onde o corpo produz pouca ou nenhuma insulina. Geralmente ela surge ainda na infância ou adolescência e é necessário que se tome doses diárias de insulina para manter o controle da glicose.


Diabetes tipo 2:

A maior incidência é por fatores hereditários e ocorre mais pessoas na fase adulta. Normalmente está associada a obesidade e a idosos. Entretanto, no tipo 2, a produção de insulina é normal, mas os tecidos do corpo se tornam resistentes à sua ação, o que acaba impedindo a absorção da glicose pelo organismo e gerando o aumento da taxa de açúcar na corrente sanguínea.


INCIDÊNCIA

As maiores vítimas da diabetes são as pessoas obesas e de vida sedentária. Sabe por quê? Os seus hábitos alimentares contribuem muito para o quadro clínico futuro, pois é a partir dele que podemos verificar o que você anda comendo e daí determinar o seu estilo de vida alimentar. Falamos no último post sobre o sobrepeso. Perceba que ele é um pulo para a obesidade. E sim, ela é um dos fatores de risco para se desenvolver o diabetes. É bom lembrar que com ela você adquire um pacote que vem com o desenvolvimento de futuros problemas como CATARATA e CEGUEIRA, ENFARTO do miocárdio, AMPUTAÇÃO de membros, dificuldade de COAGULAÇÃO sanguínea, IMPOTÊNCIA SEXUAL masculina, e não pára por aí. As doenças mais complicadas são as doenças PULMONARES e CIRCULATÓRIAS, como a insuficiência renal e a tão conhecida hipertensão arterial.


E SE DESENVOLVER DIABETES, O QUE FAZER?

Neste caso, a grande mudança vai ser na alimentação: você vai ter que reduzir a ingestão de açucares, mas não apenas eliminar o uso do açúcar refinado ou outro tipo, mas também eliminar a ingestão de doces como biscoitos, docinhos, chocolates, bolos e sobremesas. Além do açúcar, a ingestão de carboidratos também deve ser reduzida, como p.ex. os pães, massas e arroz, que são os mais comuns. Se ingerir, prefira sempre os integrais.

 

As frutas sempre são opções mais seguras e saudáveis, principalmente para os diabéticos

Cuide, pois muitos alimentos possuem açucares e carboidratos “escondidos” na fórmula. Os alimentos chamados “diets” geralmente são adequados, mas sempre de uma olhadinha na composição descrita no rótulo por segurança.

Não menos importante é inserir a prática de exercícios físicos, pois auxilia no equilíbrio da glicose no sangue.

O indicado, nos casos de hiperglicemia, é realizar um acompanhamento médico com um especialista. Ele vai poder dar as dicas adequadas ao seu caso, pois existem variações nos limites alimentares e na forma de conduzir a diabetes.

Por estes inúmeros motivos, vamos bater nesta tecla mais uma fez: cuide e mantenha um estilo de vida saudável, praticando atividade física e melhorando o seu hábito alimentar dando sempre preferência aos alimentos mais saudáveis como frutas e verduras. Esqueça, ou evite ao máximo que puder os salgadinhos, as frituras, o refrigerante e a cervejinha com frequência.


Ah! Fique ligado aos seguintes sintomas:

• Problemas de má circulação
• Perda de peso, apesar de uma boa alimentação
• Formigamento no corpo
• Pressão alta
• Problemas cardíacos (colesterol e triglicerídeos em níveis altos)
• Dificuldade de cicatrização, principalmente em membros inferiores
• Doenças renais
• Infecções frequentes


Com alguns cuidados e um pouco de disciplina, você pode evitar que a hiperglicemia faça parte do seu cotidiano.

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