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Diminuição da libido masculina está ligada a fatores emocionais e físicos, como o câncer de próstata

O urologista Mauricio Rubinstein é categórico ao afirmar que uma vida sexual ativa está diretamente ligada ao bem-estar e à qualidade de vida. E que a maior parte dos homens que o procuram em seu consultório parece estar entendendo isso também, pois vem perdendo o preconceito em falar sobre assuntos que ainda eram tabus, como disfunção erétil e câncer de próstata. E que estão diretamente ligados ao desempenho sexual.

 

O homem está preocupado em manter a saúde, que influencia na sua função erétil e, consequentemente, na sua vida afetiva. Tudo está interligado — afirma o médico, que frisa a importância do papel da companheira em incentivar o homem a procurar o especialista. — Hoje a mulher tem uma atitude mais ativa dentro da relação, e tem a total liberdade de cobrar do seu parceiro quando algo não vai bem. O sexo está dentro da qualidade de vida do casal. Se ele não flui, sempre vai ficar faltando alguma coisa na relação.

 

Segundo o especialista, que é membro da Sociedade Brasileira de Urologia e professor doutor em Medicina pela Uerj, a disfunção erétil pode ser causada por fatores psicológicos, como ansiedade, depressão e estresse. Geralmente acomete homens abaixo dos 50 anos.

 

Nas rotinas atribuladas do dia a dia acaba não sobrando tempo para o sexo, que é algo tão bom e necessário. É quando as pessoas acabam apelando para o famoso “Não tenho tempo”, deixando de viver uma experiência que só reforça o vínculo com a parceira — explica Rubinstein.

Ele explica que o estilo de vida, e fatores como fumo, álcool e prática de exercícios físicos também interferem no problema. Já para o público acima dos 50 anos, os fatores físicos são os principais vilões da disfunção erétil. Entram aí as doenças vasculares e neurológicas, diabetes e o tão temido câncer de próstata. É justamente a partir desta idade que o homem precisa visitar, pelo menos uma vez por ano, o urologista:

 

Por trás de uma queixa de disfunção erétil geralmente tem uma questão orgânica acompanhando. Hoje, os casos de câncer de próstata são mais facilmente tratados com a cirurgia robótica, que confere resultados excelentes e a retomada da vida sexual.

Ao procurar o urologista, é importante que o paciente leve um check up completo. Na consulta, o profissional fará uma anamnese, que é levantar o histórico completo do paciente, e pedirá exames para a testagem hormonal no organismo.

 

 

A baixa testosterona resulta na diminuição da disposição física e também de libido, promovendo uma deficiência na sensibilidade peniana e na ereção. Mas cada caso deve ser analisado individualmente — afirma.

Rubinstein explica que os tratamentos vão desde o uso de medicações à base de sildenafila a injeções locais e, em último caso, a colocação de uma prótese peniana.

 

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